Comércio em Brasília pressiona por flexibilização

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TV Globo/Reprodução

Setores do comércio de Brasília considerados não essenciais, e por isso fechados durante a pandemia, promoveram manifestação pela abertura.

A ação foi após uma decisão da Justiça que proibiu o Governo do Distrito Federal (GDF) de flexibilizar a quarentena.

Empresários e trabalhadores de bares, restaurantes, salões de beleza e academias se reuniram em frente ao Palácio do Buriti.

Na manhã de terça, os protestos reclamavam pelo fim da determinação judicial.

Pelos dados desta quarta-feira (24), Brasília contabiliza 432 mortos pela covid-19, já a quantidade de casos confirmados chegou a 35.368. Ambas as métricas seguem tendência de alta.

A MANIFESTAÇÃO

A intenção da Manifestação era ocorrer em frente à Praça dos Tribunais Superiores, local onde trabalha a juíza federal Katia Balbino, quem proibiu a diminuição nas medidas restritivas.

Contudo, o grupo de cerca de 600 pessoas não foi autorizada, partiram em carreta para o Buriti, portando faixas e bandeiras com pedidos de retorno completo e imediato do comércio.

Segundo Jael Antônio, uma das lideranças do movimento e presidente do Sindicato dos Hotéis, Bares e Restaurantes (Sindhobar), a justiça não teria competência para tomar essa decisão. “Nós queremos que a decisão de abrir e de fechar seja do governador. Por que a decisão de fechar pôde ser dele e de abrir não?”, perguntou.

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha havia feito um acordo com as categorias de retomada das atividades até 1° de julho.

“Nós estamos beirando 2 mil empresas fechadas e chegando a quase 30 mil demitidos na cidade. Temos que voltar ao trabalho imediatamente”, asseverou.

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