PGR acata investigar “bombardeio” contra STF

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Reprodução

Augusto Aras, procurador-geral da República, vai investigar o ato da noite de sábado, em que manifestantes atiraram fogos de artifício em direção ao Supremo Tribunal Federal (STF). A ideia era simular um bombardeio.

A investigação preliminar foi aberta a pedido de um ministro da STF, Dias Toffoli. Para o ministro é necessário “a responsabilização penal daquele(s) que deu/deram causa direta ou indiretamente, inclusive por meio de financiamentos, dos ataques e ameaças ao estado democrático de direito”.

CASO RENAN SILVA SENA

TOffoli pediu a responsabilização do ativista pró-governo, Renan Silva Sena. Ele foi preso nesse domingo (14), pagou fiança de R$ 1,5 mil e foi solto à noite, mas responderá por injúria e calúnia.

Renan da Silva Sena é ex-funcionário terceirizado do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. A admissão dele foi feita por intermédio de uma empresa, G4F Soluções Corporativas Ltda, contratada por R$ 20 milhões. Renan era analista de projetos do setor socioeducativo, mas foi demitido em maio.

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