A técnica, utilizada para evitar o quebra-quebra em reformas, exige condições específicas do local e a escolha do porcelanato certo! Incepa ensina como fazer

Obras têm prazos que todo mundo deseja encurtar com processos mais práticos. Especialmente em locais onde já foram aplicados revestimentos em paredes e pisos, uma possibilidade é sempre aventada: é possível evitar o quebra-quebra e aplicar um novo porcelanato em cima do existente?
A Incepa, marca do Grupo LAMOSA no Brasil, afirma que é possível tornar o processo de reforma mais ágil e limpo, sem a necessidade de remover o material anterior, desde que algumas avaliações sejam realizadas.
Quando aplicar piso sobre piso?

A Incepa ensina que o primeiro passo é avaliar o estado do revestimento atual: caso existam rachaduras, trincas ou desplacamentos, a técnica não é indicada para que o resultado não seja comprometido. Outro ponto importante diz respeito a escolha da argamassa própria para esse tipo de trabalho – assim garante-se a fixação perfeita do novo porcelanato.

Outro ponto importante é a espessura do novo piso. Como o objetivo de elevar, minimamente, o nível do ambiente, os porcelanatos mais finos, como os da Incepa, são ideais. Com apenas 7 mm, as séries da Incepa contam com a evolução tecnológica que assegura resistência mecânica superior ao exigido pelas normas técnicas. Ademais, esse atributo também é benéfico para a eficiência no transporte, por serem mais leves, na perfuração e no assentamento da peça.
Ainda assim, a Incepa frisa que, a depender do local, pode ser necessário promover pequenos ajustes em portas e rodapés.
Mais benefícios

Muito além do tempo ganho na execução do projeto, a técnica de piso sobre piso evita o acúmulo de sujeira e entulhos. Para a Incepa, a oportunidade de não retirar o revestimento antigo traz vantagens ambientais, pois anualmente o Brasil acumula um volume expressivo de resíduos oriundos de obras.
Sobre o Grupo LAMOSA no Brasil
À frente das marcas de revestimentos Roca Cerámica e Incepa, o Grupo LAMOSA é uma empresa mexicana com atuação mundial na fabricação e comercialização de revestimentos cerâmicos e adesivos. Com a aquisição, em 2021, passou a integrar uma história de mais de 130 anos na indústria de materiais de construção, com 33 centros de produção distribuídos em 9 países nas Américas e na Europa. Soma-se também a força do Grupo, que ocupa a posição de líder nos mercados em que participa, sendo o segundo maior fabricante mundial de revestimentos cerâmicos com uma capacidade instalada anual de mais de 280 milhões de m².
Inovação, tecnologia de ponta, alto padrão de qualidade, que se traduz na satisfação total dos nossos clientes, e visão de futuro, aliada com responsabilidade ambiental, norteiam o DNA do Grupo LAMOSA no Brasil e a consolida com a robustez de empresa global reconhecida como referência entre as maiores fabricantes de revestimentos cerâmicos do mundo.
O constante investimento em tecnologia a permite entregar um robusto portfólio que segue as tendências da arquitetura e construção em total conformidade técnica. Marcada por seu pioneirismo e uma visão que projeta o futuro, em 2016 tornou-se a primeira empresa das Américas a adquirir sua primeira Supercompactadora Contínua+.
Somada ao conhecimento do seu time de desenvolvimento, em 2018 abriu o mercado de SuperFormatos com revestimentos nas dimensões de 120 x 120 cm e, a partir de 2020, com os tamanhos 100 x 200 cm e 120 x 250 cm, prosseguiu com sua verdadeira revolução na indústria cerâmica e nos mercados da arquitetura, construção e movelaria.
Em 2022, saiu à frente mais um marco histórico: a compra de sua segunda Supercompactadora, alcançando o status de única empresa das Américas com o segundo equipamento. Esse olhar precursor permitiu ampliar as linhas de SuperFormatos com as medidas de 160 x 160 cm e 160 x 320 cm.
Sustentabilidade: seu compromisso com o meio ambiente segue alinhado com os processos produtivos. Além da redução de 4,3% no consumo total de energia elétrica de 2024 para 2025 em seu último relatório divulgado, a empresa adota o Protocolo de GHG (Greenhouse Gas Protocol), padrão globalmente reconhecido para medir suas emissões de gases de efeito estufa (GEE), com o objetivo de melhorar a precisão e a credibilidade dos dados ambientais relacionados a emissões atmosféricas.
Em 2025, 99,6% dos resíduos gerados nas unidades de Campo Largo e São Mateus do Sul foram destinados a alternativas consideradas mais nobres, como reciclagem, reuso e outras formas de valorização. A parcela remanescente foi encaminhada para destinações como aterro ou incineração, conforme a classificação e as características de cada resíduo.
Em relação a iniciativas voltadas à redução do consumo energético, destaca-se o reaproveitamento do calor gerado nos fornos em outras etapas do processo produtivo. Essa prática resultou em uma economia de aproximadamente 42.000 GJ de energia em 2025. Esse volume seria suficiente para abastecer mais de 247.000 fogões de cinco bocas operando continuamente ou para a realização de mais de 10.000 viagens de ida e volta entre as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro em veículo leve, evidenciando o impacto significativo da medida em termos de eficiência energética.
A biomassa, combustível renovável, mais limpo e eficiente, e que ainda reaproveita resíduos de indústrias de madeira, responde por 16,7% do calor demandado no processo produtivo.
O Grupo LAMOSA no Brasil mantém um Plano de Logística Reversa (PLR) voltado às embalagens comercializadas, com atuação nos estados que possuem regulamentações específicas sobre o tema. Em relação ao ciclo mais recente consolidado, referente ao ano de 2024, foram compensadas mais de 214 toneladas de embalagens considerando as unidades de Campo Largo e São Mateus do Sul. Esse volume de compensação está associado à mitigação de impactos ambientais relevantes, com a estimativa de evitar a emissão de mais de 320 toneladas de CO₂ equivalente.
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Showroom Grupo LAMOSA no Brasil
Av. Padre Natal Pigato, 974
Vila Delurdes, Campo Largo
tel. (41) 3391-1430
O post Como realizar o assentamento ‘piso sobre piso’ apareceu primeiro em Jornal do Planalto.
